domingo, 19 de abril de 2009

“Outros Contos da Montanha”, de Isabel Mateus



CONVITE




O Grémio Literário Vila-Realense e a Câmara Municipal de Vila Real têm a honra de convidar V. Ex.ª a assistir ao lançamento da obra “Outros Contos da Montanha”, da autoria de Isabel Maria Fidalgo Mateus, a realizar-se no próximo dia 15 de Abril (quarta-feira), pelas 21 30, no Grémio Literário Vila-Realense.

A apresentação do livro será efectuada pela Professora Maria Assunção Anes Morais.

No final haverá um Porto de Honra acompanhado pelos típicos e saborosos doces de amêndoa de Torre de Moncorvo.

O CONSUMISMO – A ESCRAVATURA DOS TEMPOS MODERNOS

Hoje em dia, as pessoas são demasiado ingénuas e alvos perfeitos para empresários que querem vender os seus produtos.
Apesar de esta “escravatura não ser igual à escravatura que existia há quinhentos anos atrás, uma escravatura forçada, esta é mais mental porque as pessoas são forçadas a comprar através de complexos estratagemas de venda.
Actualmente, quando as pessoas se dirigem aos supermercados, compram não só o que precisam mas também coisas em promoção, só pelo simples facto de estarem em rebaixa de preço.
É por isso que se afirma que, hoje em dia, o consumismo é a escravatura da sociedade porque os consumidores são escravizados por empresários através das suas promoções e estratégias.


Moncorvo, 2008 Edgar Afecto

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Dentro das paredes da nossa casa pode acontecer a violência doméstica.A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, de forma silenciosa.Trata-se de um problema que pode acontecer com ambos os sexos e não costuma obedecer a nenhum nível social, económico, religioso,etc..como poderiam pensar alguns.A sua importância é relevante sob dois aspectos; primeiro, devido ao enorme sofrimento passado pelas suas vítimas, muitas vezes silenciosas e, em segundo, porque a violência doméstica pode impedir o ndesenvolvimento físico e mental da vítima.Podemos distinguir diferentes formas de violência doméstica:
-a violencia fisica: é o uso da força com o objectivo de magoar, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros ou chapadas, agressões com diversos objectos e queimaduras por objectos ou líquidos quentes. Quando a vítima é criança, além da agressão activa e física, também é considerado violência os factos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis.O abuso do álcool é um forte agravante da violência doméstica física,é um estado onde a pessoa que bebe se torna extremamente agressiva, às vezes nem se lembra com detalhes do que fez durante essas crises más.
-a violencia psicológica: as ameaças de agressão física (ou de morte), bem como as crises de quebra de utensílios, mobílias e documentos pessoais também são consideradas violência emocional, pois não houve agressão física directa. Quando o(a) cônjuge é impedida(a) de sair de casa, ficando trancado(a) em casa, também se constitui em violência psicológica, assim como os casos de controlo excessivo.
-Violencia verbal: alguns agressores verbais dirigem-se contra outros membros da família, incluindo momentos quando estes estão na presença de outras pessoas estranhas ao lar.A violência verbal existe até na ausência da palavra, ou seja, até em pessoas que permanecem em silêncio. O agressor verbal, vendo que um comentário ou argumento é esperado para o momento,cala-se, sendo que assim esse silêncio magoa mais do que se tivesse falado.
Violência doméstica é a violência praticada dentro de casa, usualmente entre parentes (marido e mulher). Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, violência contra a mulher e contra o homem, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra o parceiro.

Mélanie Gonçalves, 11.ºCHLH

O (in)sustentável prazer de ler

Ler… Será um prazer sustentável ou insustentável? Ler, ler, até não podermos mais, ou, por outro lado, não ter tempo ou paciência, muito menos vontade. Será que o prazer de ler é sustentável? Ou será que é insustentável?
Na verdade, hoje em dia, a maioria das pessoas queixa-se com falta de tempo, para isto e para aquilo, porque trabalham o dia todo, chegam a casa e têm que tratar das tarefas caseiras, dar atenção aos filhos e, claro, ver a novela da noite, da qual é importante não perder um único episódio. E, depois de tudo isto, haverá tempo para ler? Não creio. Agora no caso dos estudantes, o que acontece? Será que terão algum tempo livre para ler? Acontece o seguinte: os jovens, na actualidade, saem da escola, têm de estudar ou trabalhos para fazer, ocupem muito ou pouco tempo, o tempo restante é para descontraírem e fazerem coisas diferentes, como ouvir música, ver televisão, irem ao Messenger, sair com os amigos… Assim é fácil deduzir que ler não importa, é “chato”, aborrecido, é uma verdadeira perda de tempo. Basta ler quando se é obrigado!...
Analisando bem o caso, o prazer de ler é inexistente. Na opinião de uns não há tempo, na de outros é tempo perdido, na minha, acho que quem tem gosto pela leitura arranja sempre um tempinho, é super importante ler!
Mas há um aspecto curioso, que surge da análise desta matéria: o que se entende por sustentável prazer de ler? E por insustentável?
Ora, para cada uma das perguntas vejo duas hipóteses: por um lado, o prazer pode ser sustentável, na medida em que o facto de possuirmos um intenso prazer de ler e sermos verdadeiras devoradoras de livros, isso não nos causa qualquer transtorno, nem à saúde, nem à carteira, se soubermos gerir o tempo, se controlarmos o prazer. Por outro, pode-se entender por ‘sustentável prazer de ler’, o facto de as pessoas não quererem ler e arranjarem desculpas como: “não tenho tempo”, “não tenho paciência” ou “é uma perda de tempo”. Nestes termos, o prazer é sustentável, bastante sustentável até, uma vez que, as pessoas em causa, não têm sequer o hábito, não possuem o vício, logo não são prejudicados economicamente. Ficam sem conhecimento mas ao menos não têm que ocupar o tempo livre a ler.
Já em resposta à segunda pergunta, o prazer de ler pode ser insustentável, pois se há alguém que é verdadeiramente viciado, isso pode ser bastante prejudicial, por exemplo. No caso de alguém que tem o hábito de devorar livros e, cada vez que tiver oportunidade, comprar um, pode ser prejudicial, pois pode haver coisas mais importantes para comprar, ou deixar de fazer uma coisa super importante, para ler. Decorre que do nosso vício de ler, podemos acabar por comprar um livro caro de que até não gostamos muito. Ainda de outra forma, pode existir a obrigação de ler, sem qualquer prazer, lemos apenas porque temos que ler, porque somos obrigados.
Em suma, qualquer que seja a situação, quer esteja presente ou não o prazer e o gosto pela leitura, traz desvantagens quando há excessos em demasia.
Certo é que ler é importante: alarga a cultura, aprofunda os conhecimentos, alarga os horizontes da imaginação. E quem tem o prazer de ler, deve fazê-lo, quem o não tem deve ler também. E em cada acto deve ter-se a consciência de que tudo o que é em excesso prejudica, quer duma maneira quer de outra.
Daí o sentido de ‘sustentável’ e ‘insustentável’ terem, cada um, sentidos opostos, ambos podendo ter as suas vantagens e desvantagens.
Cabe, pois, a cada um, perceber se o seu prazer é sustentável ou não.

Ana Escobar, 11.ºCHLH, Novembro/2008

Texto argumentativo sobre a violência doméstica

Hoje diz-se que o Homem e a Mulher vivem numa sociedade moderna, civilizada, justa, onde todos em conjunto usufruem dos mesmos direitos e privilégios.
No entanto, em muitos lares, a violência doméstica ainda é um problema que afecta crianças, idosos, mas sobretudo as mulheres. Elas são as maiores vítimas nas mãos dos seus maridos, companheiros, que as agridem com murros, pontapés, que as insultam e humilham, que as forças a torturas sexuais, só porque se julgam donos dos seus corpos e almas. Estes homens cruéis e desumanos não se lembram ou não querem lembrar-se que a violência doméstica é crime. Para eles, as suas mulheres são apenas meros objectos que eles utilizam a seu belo prazer e quando estão fartos as deitam fora.
No meu ponto de vista, a mulher de hoje, deve ser encarada da mesma forma que o homem, ela não pode nem deve ser vítima de qualquer violência, seja ela, física, sexual ou psíquica. Ela não pode ser violentada nos seus direitos, de mulher, de esposa, de mãe e de trabalhadora. O seu trabalho deve ser merecedor do mesmo respeito que o do homem. E se ela se vir humilhada e insultada, deve recorrer de imediato ao tribunal da sua localidade de residência, para que este a possa, defender nos seus direitos e deveres.
Nenhuma mulher se pode calar perante a fúria do Homem. Mas antes deve defrontá-lo e mostrar-lhe que, embora vivam na era dos Robots, ela não é nem nunca será a sua escrava do lar.


De: Ana Filipa Gomes De Deus 11ºBCT Nº18

sábado, 4 de abril de 2009

Amor

Bernardo Soares, semi-heterónimo de Fernando Pessoa, no seu Livro do Desassossego, afirmou: “Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos […]”.

Na verdade, temos o direito a ser felizes, quando a Felicidade é partilhada e temos o direito a sorrir sem precisarmos de nada dizer. Devemos ser nós próprios sem sermos obrigados a ser os outros e, só alcançaremos a verdadeira realização, quando olharmos para a nossa alma e gostarmos do que vemos, mesmo com todas as cicatrizes da vida.
Não há braços abertos, quando estes apertam demais; não existe Amor, quando sentimos apenas medo e dor; não há lealdade quando nos exigem silêncio forçado.
As relações que nos enriquecem são só aquelas que nos permitem a liberdade, a troca de ideias, experiências e sonhos e não as que nos envolvem com correntes e grades de mágoa e sofrimento. Não nos merece aquele que quer moldar o nosso espírito, vergando-nos à sua imagem, cercando-nos os horizontes, eliminando os espaços abertos e cortando-nos as asas da independência: não pertencemos a ninguém nem ninguém nos pertence!
Surgimos da noite, da escuridão, cheios de dúvidas e medos, convencidos de que construir relacionamentos sem Amor para diminuir as trevas é uma solução para o vazio que nos assola como um fantasma. Mas nada é mais triste do que ser apenas uma concha vazia a decorar a praia alheia, movimentando-se porque a água a leva. Podemos não controlar as marés da vida, mas temos a liberdade de decidir se nos queremos deixar ir.
A ajuda mais preciosa é a que vem da nossa alma e, se, no início, não conseguimos correr, começamos por andar. Se não há ninguém que nos ampare na nossa jornada, é porque, talvez, não tenhamos a capacidade de ver para além da nossa dor e do nosso abandono. Procurar esse alguém é importante; procurar esse alguém que nos aceite e nos acolha sem egoísmos é essencial!
Não devemos desistir só porque as lágrimas cobrem o nosso rosto: as lágrimas que derramamos não são provas de fraqueza, mas de coragem e um exemplo maior de que ainda somos livres para chorar.
Para que alguém goste de nós, só tem de compreender que o Amor se demonstra pela aceitação, não só do nosso valor, mas também das nossas falhas. E, embora tenhamos necessidade de companhia, carinho e reconhecimento, a nossa existência não depende exclusivamente dos outros, mas, sim, e principalmente, da nossa capacidade de termos chegado até aqui!

Dra Sónia Cristina Vasconcelos da Costa Pedro

quarta-feira, 1 de abril de 2009

CESÁRIO VERDE - REALISMO / PARNASIANISMO


Umas das personalidades mais originais, mais renovadoras, da poesia portuguesa do século XIX. Nasceu em Lisboa em1855, oriundo duma família burguesa abastada, e morreu no Lumiar (Lisboa), tuberculoso em 1886, com 31 anos. O pai era lavrador e comerciante (possuía uma quinta em Linda-a-Pastora e uma loja de ferragem na capital), e por estas duas formas de actividade prática se repartiu Cesário Verde, embora marginalmente, satisfizesse o gosto da leitura e da criação poética. Chegou a frequentar por algum tempo o Curso Superior de Letras. É nesta época (1873) que, pela primeira vez, se publicam composições suas (no Diário de Notícias).
Depois de 1875, a poesia de Cesário Verde começa a revelar notável maturidade; “Num Bairro Moderno” é de 1877, “Em Petiz”, de 1878, segundo as datas indicadas pelo autor (foram publicados respectivamente em 78 e 79); “O Sentimento dum Ocidental” veio a lume em 1880. A crítica, porém, não o estimula, e Cesário Verde, durante quatro anos, deixa de publicar, entregando-se, por inteiro, à vida prática. Com efeito, só em 1884 publica o poema “Nós”, todavia escrito em 1881-82; nele evoca a morte de uma irmã (1872) e do irmão Joaquim Tomás (1882).
Quando morreu, não reunira, ainda, em volume as suas poesias. Foi um amigo, Silva Pinto, quem editou em 1887 O Livro de Cesário Verde.
Profª Sónia Pedro

"Os Maias" de Eça de Queirós

História da Família Maia
A história da família Maia foi o pretexto que o autor encontrou para caracterizar três gerações que sem encontram delineadas na obra, o que lhe permite traçar uma linha temporal cronológica, marcada por mutações sucessivas.

Deste modo, são-nos apresentadas:
- Primeira Geração – abrange a época da reacção do liberalismo ao absolutismo vigente (lutas entre liberais e absolutistas) e, na obra, corresponde à juventude de Afonso da Maia (avô de Carlos);
- Segunda Geração – é a geração ultra-romântica, representativa da instauração do liberalismo e consequentes contradições internas, centralizada na figura de Pedro (pais de Carlos) e sobrevivendo na figura de Tomás de Alencar;
- Terceira Geração – corresponde à de Portugal da Regeneração, aquela em que Carlos se insere, dominada pelo sentimento de decadência das esperanças liberais (representadas por Carlos) Esta geração continua os ideais da primeira geração romântica, pela sua necessidade de renovação da sociedade portuguesa e pelo papel que é atribuído à arte enquanto elemento dinamizador dessa regeneração, após um período de estagnação.
A obra apresenta, como toda a narrativa, uma introdução, que faculta a apresentação de Afonso da Maia, como factor de unidade, e permite situar no tempo e no espaço o início da acção; um desenvolvimento, onde, depois de, em traços breves, dar conta do passado de Afonso, de Pedro e de Carlos, desdobra os principais acontecimentos; o desenlace surge com a viagem de Carlos, após a morte do avô, e o seu regresso a Lisboa. O plano da intriga apresenta uma acção secundária, que envolve Pedro e Maria Monforte, e uma acção principal, centrada na relação entre Carlos e Maria Eduarda.
● Inicia-se o romance por um conjunto de dados introdutórios à história da época abrangida pela terceira geração. É cortado o primeiro capítulo pela história de Afonso que, continuando, cede, no II capítulo, à aventura de Pedro, para dar lugar (excepto em circunstâncias esporádicas), a partir do III capítulo, à personagem de Carlos.

1º - Caetano da Maia " À volta de Caetano da Maia circulam a esposa, Frei Jerónimo da Conceição, seu confessor, a inglesa Fanny. Pertencem ainda ao mesmo núcleo as tristonhas primas Cunhas, o brigadeiro Sena e a já quase mítica figura de um D. Miguel, “Messias forte e restaurador providencial”.
2º - Afonso da Maia " Afonso, por seu lado, dará origem a diversos grupos diferentes. Integrado, inicialmente, neste universo absolutista a que opõe, vemo-lo, posteriormente, colocado na rica sociedade inglesa, casado com D. Maria Eduarda Runa, lutando com os padres que dominaram o espírito adoentado da esposa e lhe arruínam a educação do filho. Mais tarde, já na parte do livro dominada por Carlos, rodeia-se de um grupo de fiéis amigos que constituem, simultaneamente, a continuidade do seu universo: Vilaça, a condessa Runa, o abade, D. Ana Silveira, D. Eugénia, o doutor delegado – estes na fase da infância de Carlos; o conde Steibroken, o marquês de Souselas, D. Diogo, o Sequeira, já no Ramalhete, em Lisboa.
3º - Pedro da Maia " Pedro acompanha um grupo de românticos estroinas em que sobressai Alencar, poeta lírico, até à sua paixão por Maria Monforte que, com o casamento, lhe cria um ambiente de luxo e festa onde vagueia a juventude elegante de então.
4º - Carlos da Maia " Carlos, participando do grupo originado à roda do Avô, faz surgir novos elementos: Ega, Eusebiozinho, conde e condessa de Gouvarinho, Raquel e Cohen, Teles da Gama, Palma, Dâmaso, Taveira, Cruges e muitos outros. Deste conjunto evidencia-se, no romance, a personagem de Maria Eduarda.
A vida de Caetano constitui um estado de perfeito equilíbrio segundo os padrões do absolutismo vigente. Tal situação sofre uma ruptura pela adesão de Afonso às ideias liberais.
Com o regresso de Afonso a Benfica e o advento dos novos tempos, restaura-se a harmonia. Esta será novamente quebrada pela ligação de Pedro com Maria Monforte. Paradoxalmente, a fuga de Maria e o regresso de Pedro ao lar paterno reinicia o retorno à fase inicial. A situação de estabilidade instala-se com a morte de Pedro e a ligação afectiva entre Carlos e o Avô.
Inicia-se, neste momento, o romance propriamente dito. A dada altura, a paixão de Carlos por Maria Eduarda vai constituir nova destruição do equilíbrio, sendo este recuperado no final do romance com a reintegração de Carlos numa vida monotonamente estável, posterior à morte de Afonso e à forçosa separação de Maria.

Pode afirmar-se, então, que a obra se resume a esta constante passagem de um estado de equilíbrio a uma fase de desequilíbrio, com posterior recuperação do primeiro. É evidente que cada novo estádio de equilíbrio não é absolutamente idêntico ao anterior que tinha sido destruído.
Profª Sónia Pedro

António Sá Gué - "Contos dos Montes Ermos"

António Sá Gué, nasceu em 1959, na freguesia de Carviçais, concelho de Torre de Moncorvo, em plena Terra Quente Transmontana. Após terminar o ensino secundário, alista-se como voluntário, com 20 anos de idade, no Exército Português. Passou pelos postos hierarquicamente mais baixos e, em 1990, ascendeu ao oficialato após ter concluído o curso no Instituto Superior Militar. Estreou-se na escrita em 2007, com a publicação do romance As Duas Faces da Moeda. Nesse mesmo ano, a Papiro Editora, atribuindo-lhe o título de “Melhor Conto” publicado no biénio 2006/2007. É co-autor do livro de contos infantis Mimos e Contos de Natal, publicado pela mesma editora. Na colectânea de contos, intitulada Contos dos Montes Ermos, que agora está a lançar, as personagens são gente remota, as terras são longínquas, mas a temática é intemporal.



VI Encontro de Professores de Português e III Lanche Literário

Na próxima 4ª feira, dia 25 de Março, pelas 14 e 30h, irá decorrer no polivalente da Escola Secundária Dr. Ramiro Salgado o VI Encontro de Professores de Português e III Lanche Literário, com a presença do autor António Sá Gué.

Programa

I- Sessão de abertura
II- Apresentação do autor
III- Apresentação de trabalhos realizados pelos alunos sobre o livro “Contos dos Montes Ermos” IV- Leitura dos textos premiados dos Concursos Literários da Biblioteca e entrega dos prémios V- Representação do Grupo de Teatro “Alma de Ferro” VI- Actuação da Tuna Escolar & Lanche convívio