sábado, 27 de fevereiro de 2010

PRODUTIVIDADE NA AULA DE PORTUGUÊS: PARA UMA REFLEXAO...

Boa tarde, caros bloguistas.
Encontrei um site que achei curioso.
http://www.manualescolar2.0.sebenta.pt/projectos/port7/posts/244

Aborda a temática da produtividade na sala de aula.
Li, achei interessante e resolvi partilhar com todos.

Deixem os vossos comentários e apreciações.
Até breve.
J.B.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

DENTES DE RATO... UMA VISAO PARA OS ALUNOS DO 7º ANO

Boa tarde, meus amigos.
Hoje trago ao blog um tema dirigido aos alunos mais novos: uma breve reflexão sobre a obra de leitura orientada para o 7º ano, "Dentes de Rato".
Trata-se, também, de uma viagem à "meninice" de todos aqueles que já ultrapassaram a fasquia da adolescência e que, decerto, encontrarão aqui alguns momentos de instrospecção e também de divertimento, através de uma analepse (não sabe o significado, hem? Sugiro que consulte um professor de Português...) às vivências juvenis de cada um de nós. Aqui fica lançado o repto para uma visita, mesmo breve que seja, à leitura de uma das consagradas escritoras portuguesas: Agustina Bessa-Luís.
Aqui fica, então, o nosso contributo sobre a obra!
Até breve!

 Os adultos são "uns chatos" que as crianças não compreendem. Impõem regras, exigem obediência e bom comportamento. Até mesmo Marta, que só tem 12 anos, já quase passou para o outro lado, o lado adulto aborrecido.

Lourença é a "Dentes de Rato" porque tem a mania de "morder a fruta da fruteira e deixar lá os dentes marcados". Prefere a solidão e, mesmo partilhando o quarto com a irmã, vive só e descobre o mundo sozinha. Não faz perguntas porque não confia nas explicações que lhe possam dar e observa tudo para obter sozinha as respostas às dúvidas que tem.

Ela é a poesia e voa na sua cama transformada em palco, piroga ou transatlântico onde vive grandes aventuras.

Rebelde por natureza, detesta a ordem instituída pelos adultos:

1. As roupas que a mãe lhe impõe para fazer dela uma menina maravilhosa;

2. Ir de castigo para o jardim;

3. O colégio interno para onde recusou voltar porque não gostava de rezar;

4. As professoras que a preferiam ignorante pois o muito que sabia confundia-as.

A estória continua no livro "Vento, areia e amoras bravas".